Tom Waits é um músico, compositor, compositor e ator americano. Sua música, uma mistura de rock, blues, jazz e técnicas experimentais, muitas vezes se concentra na parte inferior da sociedade, com sua voz grave e cascuda, que é sua marca registrada.
A música "Take It With Me", do álbum "Mule Variations", lançado em 1999, foi escrita por Waits e sua esposa, Kathleen Brennan, sua colaboradora frequente. Nessa música evocativa, Waits canta sob a perspectiva de uma pessoa que está pensando em sua morte, e a música explora a ideia de reter o que você mais valoriza: as lembranças.
Em um sentido mais amplo, a música resume a essência da existência humana. Ela sugere que nossas experiências, o amor que damos e recebemos e as lembranças que criamos são a verdadeira riqueza que acumulamos na vida. Esses tesouros intangíveis são o que realmente possuímos e podemos levar conosco, mesmo além do reino físico. É um lembrete pungente de que devemos valorizar nossas experiências e o amor que compartilhamos, pois eles formam o tecido de nossas vidas e nosso legado. Não são os bens materiais, mas o amor que demos e recebemos que realmente possuímos e que podemos levar conosco quando partirmos deste mundo.
Essa música é como uma máquina do tempo, que me leva de volta a lembranças passadas. Ela esteve comigo em momentos bons e ruins, lembrando-me do que é importante na vida. Como um velho amigo, ela cresceu comigo e minha compreensão dela se aprofunda cada vez que a revisito. Ela marca meu passado e guia meu futuro. É uma das minhas músicas favoritas e uma parte de quem sou e quero ser.
As pessoas que você amou nunca vão embora para sempre. Elas podem morrer ou deixá-lo, mas se você as amou, elas ainda estão em você. As únicas coisas que você realmente possui são aquelas que você guarda em seu coração. Olhe para dentro de seu coração.
PS: Aqui está meu cover favorito da música: "Take it with me" (Martin Halla)